
No mesmo dia que escrevo sobre a intensidade de viver a vida, sou eu que levo a rasteira dela.
Vidinha medíocre essa, como o seu propósito muda de um momento para outro? Não quero migalhas de felicidade, de alegria ou de euforia.
Nem pequenas dosagens repentinas de lucidez, faíscas de loucura, restos de amores....
Luto para não me entregar de novo a essa sensação de vazio, essa tortura que me amedronta e insisti em cruzar meu caminho.
Não quero isso de novo, não vou me render à escuridão e ficar no fundo do poço.
Ficar sozinha no mundo te leva a imaginações sob obscuro, sobre o terror do mundo, em um piscar de segundo.
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